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Visita de cão para dona com câncer em hospital no RS

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Visita de cão para dona com câncer em hospital no RS

Internada em um hospital de Porto Alegre para tratar um câncer, uma mulher de 49 anos teve a chance de realizar um pedido. Ela escolheu a visita de alguém especial: Ritchie, seu cachorro. Foi a primeira vez que um paciente pediu para ver um bicho de estimação no Hospital Ernesto Dornelles.

Rejane Chili, a paciente, está internada com câncer em fase terminal. O encontro dela com Ritchie foi autorizado pelo Grupo de Cuidados Paliativos do hospital. Por questões de segurança, a visita seria realizada em uma sala específica. Mas não deu tempo: no meio do caminho, o cachorro subiu na maca onde estava a dona. Deu muitas lambidas no rosto dela e recebeu carinho.

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“É tudo para ela aquele cachorro. Ela ama aquele cachorro que nem ama o filho dela. Desde três meses ela tem aquele cachorrinho. Ela não via a hora de ver ele, foi muito emocionante, apesar da dor,“ disse Jandira do Prado, cunhada de Rejane e testemunha do sentimento da dona pelo cãozinho.

Jandira contou que Rejane sempre perguntava do cachorro e que na quinta-feira foi providenciado o encontro. “O filho dela Tiago pegou o táxi e trouxe ele para ver ela. Meu Deus, foi uma felicidade, ela ficou muito feliz”, afirmou.

Rejane fez questão de trocar de roupa e passar batom antes de encontrar Ritchie. Quem presenciou o reencontrou se emocionou. Logo depois, a família levou o cachorro embora e a paciente precisou voltar para o quarto.

Segundo a psicóloga Bárbara Cristine Heck, do Grupo de Cuidados Paliativos do hospital, ações como essa melhoram o processo de final de vida dos pacientes. A equipe médica que atende Rejane observou uma mudança grande no humor da paciente depois que ela esteve com Ritchie.

“Ela, que já estava em um processo de maior recolhimento, conseguiu se expressar, se tornou mais falante, mais ativa. E sempre que a gente pensa em qualidade de vida, a gente vai pensar em relações afetivas. Sejam essas com pessoas, familiares, animais de estimação, como foi esse caso”, afirma a psicóloga.

Fonte: A boa notícia do dia

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