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Mordida de cachorro

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Mordida de cachorro

O QUE FAZER APÓS UMA MORDIDA DE CACHORRO

O primeiro passo após uma mordida de cachorro é limpar vigorosamente a área ferida com água e sabão por pelo menos 5 minutos. Se houver sangramento, o local deve ser comprimido para até que a hemorragia seja estancada.

Atendimento médico deve ser buscado imediatamente em caso de sangramentos que não cessam, lesões extensas que precisem ser suturadas, mordidas com grave lesão da pele, principalmente se houver exposição de estruturas internas, tais como músculo, nervos e tendões, suspeita de fratura de osso, lesão dos tendões ou mordidas penetrantes profundas. Lesões que parecem estar a piorar com o passar das horas também devem sempre ser avaliadas por médicos.

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O tratamento com antibiótico está indicado em todos os casos que houver suspeita de infecção da ferida. Porém, em alguns casos específicos, os antibióticos podem ser iniciados de forma profilática, ou seja, antes de haver sinais claros de infecção da pele. São eles:

  • Feridas penetrantes e profundas.
  • Lesões graves com esmagamento da área afetada.
  • Múltiplas mordidas pelo corpo.
  • Lesões com comprometimento dos vasos sanguíneos.
  • Mordidas nas mãos, face ou genitália.
  • Mordidas que necessitam de sutura.
  • Pacientes que tenham possuam algum grau de imunossupressão.

Amoxicilina com ácido clavulânico costuma ser o antibiótico de escolha para o tratamento de infecção por mordida.

Indivíduos cuja última dose da vacina contra tétano já tenha mais de 10 anos devem receber uma dose de reforço da vacina, pois o Clostridium tetani é uma das bactérias que podem ser inoculadas através da mordida.

Se o médico considerar que a ferida conseguiu ser bem lavada e há baixo risco de infecção, a lesão pode ser suturada. Entretanto, há situações em que o risco de infecção da ferida é muito grande, e a lesão deve ser deixada aberta para que cicatrize naturalmente. São elas:

  • Mordidas nas mãos ou pés.
  • Mordidas profundas.
  • Mordidas com mais de 12 horas.
  • Mordidas em pacientes imunossuprimidos.

Nestas situações citadas acima, a sutura da ferida pode aumentar o risco de infecção, sendo assim desaconselhada.

Fonte: MDsaúde

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