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Crianças e animais de estimação

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Crianças e animais de estimação

Conviver com um animal de estimação estimula importantes valores nas crianças. Saiba quais são eles.

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Só vantagens para crianças e bichinhos

  • As crianças de até 2 anos que convivem com animal de estimação (sobretudo cachorro) têm mais autocontrole. “Elas ganham noção da força que têm e, assim, para não machucar, agem com mais delicadeza”, diz José Ferreira Belizário Filho, psiquiatra infantil e membro do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além disso, o pet acaba sendo um estímulo para engatinharem ou aprenderem a andar, já que querem ficar o dia todo atrás do animal.
  • A criança e até o adolescente aprendem a respeitar o que é certo e errado. “Os pais devem chamar o animal pelo nome e estimular o filho a descobrir que o pet não é um bichinho de pelúcia, mas que tem movimentos, raciocínio e vida própria. Tudo isso para evitar comportamentos mais bruscos por parte da criança”, diz Márcio Waldman, veterinário da clínica Pet Love. Por outro lado, Belizário acredita que os pais não devem se assustar quando virem o filho fazendo brincadeiras com o animal. “A criança vai perceber por si só o que deve ou não fazer”, esclarece o psiquiatra.
  • O pet melhora as relações de afeto. “Ela vai transmitir o amor, o carinho e a lealdade que sente pelo bichinho para a família e para os amiguinhos da escola”, diz Belizário.
  • As crianças aprendem a lidar com as responsabilidades. “Assim que elas começarem a entender que os animais têm necessidades básicas, os pais já podem estimulá-las. Os pequenos podem dar água e comida, ajudar no banho, levar pra passear, limpar o xixi e o cocô…

Melhores companheiros

Segundo Waldman, normalmente as raças que não têm a função de proteger a casa se relacionam melhor com as crianças. No entanto, ambos os profissionais acreditam que a maioria dos SRDs (Sem Raça Definida), popularmente conhecidos como vira-latas, fazem um bem danado pra criançada. “Ao contrário do que alguns pensam, eles são sociáveis, dóceis e amigos”, pontua.

Fonte: Revista Ana Maria

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