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Cães e gatos ajudam na recuperação de presidiários

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Cães e gatos ajudam na recuperação de presidiários

Já sabemos que os animais são capazes de mudar a vida das pessoas, mas e no caso de presidiários considerados irrecuperáveis? Cães e gatos abandonados foram a solução encontrada para ajudar a reintegrar presos no Condado de Gwinnett, na Geórgia, EUA.

O projeto inovador chamado “Jail Dogs” (Cachorros de cadeia) tem o objetivo de combater dois problemas de uma só vez, dando uma nova chance na vida para homens e animais através da Pet Terapia. Com o lema “Você salva um cão e ele te salva”, o programa é um sucesso. Confira como funciona:

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RESSOCIALIZAÇÃO DE PRESIDIÁRIOS É O OBJETIVO. E ESTÁ DANDO CERTO!

Os presos, classificados como irrecuperáveis para a sociedade, receberam um treinamento para ensinar e treinar os animais, ficando responsáveis também por todos os cuidados básicos e de higiene dos pets por um período de 12 semanas. Com isso, os presidiários melhoraram a capacidade de socialização, passando a expressar sentimentos e demonstrar interesse em se reintegrarem.

Desde a implantação do programa, os níveis de agressividades e casos de indisciplina caíram muito na prisão do Condado de Gwinnett. Além de tudo isso, o preso que entra para o programa ainda aprende uma nova profissão: a de cuidar de animais.

O projeto tem o apoio de empresas do ramo da veterinária e de muitos Pet Shops, que estão abrindo suas portas para empregar esses ex-presidiários, ajudando a quebrar estigmas.

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ANIMAIS TAMBÉM GANHAM UMA NOVA CHANCE

Como o próprio lema do Jail Dogs diz os animais também são salvos pela iniciativa. O programa é feito com cães e gatos que já estavam no corredor da morte, devido a um comportamento agressivo causado por anos de maus-tratos nas ruas e pelo abandono.

Com a parceria e o treinamento aplicado pelos presos, esses animais são recuperados e adestrados, aprendendo disciplina e reatando a confiança em humanos para, posteriormente, irem para adoção.

PET TERAPIA NÃO PARA DE SURPREENDER

O sucesso de utilizar a prática em presídios é tão grande que muitas outras cidades começaram a copiá-la. É o caso de um programa de adestramento aplicado em uma cadeia de Ezeiza, na Argentina, e também do projeto Segunda Chance que leva animais abandonados para o convívio com presidiárias em centros de detenção feminina no Estado de São Paulo.

Fonte: razoesparaacreditar.com

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